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Conheça a história de cinco mulheres, que têm muito a compartilhar sobre esta área apaixonante e desafiadora

Todos os dias temos motivos para parabenizar mulheres de diferentes áreas de atuação, por obstáculos superados, pela qualidade do trabalho e pela capacidade de usar sua sensibilidade para encontrar soluções de maneira brilhante.

E no mês da mulher, queremos homenagear especialmente as Facility Managers (FM). Profissionais que usam sua habilidade feminina de ser multitarefas, para administrar diferentes espaços, cada um com sua complexidade, sempre com a paixão de servir ao próximo.

O trabalho feito com propósito, dedicação e profissionalismo nos levou a convidar cinco mulheres para contar suas histórias e compartilhar o amor que têm por esta profissão, que é fundamental e estratégica para qualquer empresa.

Com o crescimento do setor no Brasil, temos um cenário muito positivo, que proporciona troca de conhecimento por meio de cursos, grupos e eventos. E no universo feminino não poderia ser diferente, em razão da criação do Grupo Mulheres de Facilities foi possível ter ações mais focadas no reconhecimento e profissionalização das mulheres no mercado e fortalecimento do networking entre as participantes.

Aqui aproveitamos a deixa para abrir espaço às nossas entrevistadas, começando por Rosangela Manteigas, atual presidente do grupo.

 

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Rosangela Manteigas

Em 1984, quando começou na área, o nome Facilities ainda era pouco conhecido. Seu maior desafio era ser aceita e respeitada no setor de transportes – um mundo ainda muito masculino. “Quando se pensa em ônibus tudo se remete ao masculino e uma mulher na liderança, com 99% de mão de obra masculina, imagina o que tive que me preparar”, explica.

Ela conta que é como se fossem 100 espaços para cuidar, ” falo para minha equipe que nossa gestão é dividida em partes, pois cada ônibus é um mundo individual que tem recepção, limpeza, atendimento, ar-condicionado e manutenção”.

Com amplo conhecimento e experiência na área, ela traz ao cargo de Presidente do Grupo Mulheres de Facilities, uma grande paixão pela profissão e muita vontade de trabalhar pelas mulheres da área.

Uma das metas é incluir a função na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), um documento que retrata a realidade das profissões do mercado de trabalho brasileiro e serve como base para a estruturação de carreiras e ocupação de vagas no setor público e privado.

Para as FM que estão iniciando, Rosângela deixa um conselho:

“Corra atrás dos seus sonhos, não desista, insista e nunca se sinta inferior por ser mulher. Você pode! Para ser Facilities tem que AMAR muito, ter amor em servir, atenção e coerência. Não adianta só fazer seu curso superior, tem que fazer outros cursos, estar informada em todos os assuntos. Tudo é conhecimento."

 

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Maria Inês Restiffe

O início de sua carreira na área de FM foi na emissora de esportes ESPN como assistente executiva da presidência e de 4 diretorias. Mas nesta função, já tinha atribuições ligadas a Facilities. “Comecei a lidar com uma série de outras demandas, como organizar o trabalho da equipe de limpeza, identificar falta de processos em algumas áreas e desenvolvê-los, conversar com fornecedores, entre outras. ”

 Após alguns anos na empresa, a área foi implantada oficialmente e Inês passou a fazer parte dela. As experiências sempre agregaram muito conhecimento e crescimento profissional, através da superação de desafios como a prospecção, contratação e reforma de nove novos sites em um ano e meio em diferentes estados ou a alteração de layouts em um curto espaço de tempo, atendendo todas as NRs (Normas Regulamentadoras).

Para ela, as mulheres têm grandes habilidades para a área de Facilities “nós somos como um ‘polvo’, citando aqui o livro de Içami Tiba - Mulher Polvo, Homem Cobra. Esse livro descreve a capacidade que a mulher tem de abraçar, com eficiência, várias coisas ao mesmo tempo”, explica.

Como vice-presidente do Grupo Mulheres de Facilities, Inês vê um aumento do número de mulheres ingressando na área e destacando-se positivamente. E para as FM em início de carreira, ela dá uma dica:

“Não entre na área de Facilities por falta de opção, pois você tem que ter o dom: gostar de servir, gostar de pessoas e de desafios e estar em frequente atualização. ”

 

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Katia Assis Raimundo

Como coordenadora de operações do Hospital do Coração – Hcor, Katia é responsável pelas áreas de higiene, lavanderia, recepção, central de serviços, uniformes, controle de resíduos e pragas. Quando iniciou, era líder do setor de higiene e nos 11 anos de experiência na área de Facilities Hospitalar, acumulou muita experiência e conhecimento.

Ela considera que os desafios foram parte fundamental desse aprendizado, “os obstáculos superados foram bem maiores e certamente mais importantes, pois me prepararam para ser a profissional que eu me tornei”, conta.

Uma das maiores superações aconteceu na gestão de pessoas. Por ser mais nova do que as colaboradoras que liderava, precisou conquistar a confiança e admiração da equipe, “tive que mostrar que eu tinha conhecimento técnico e sabia porque estava delegando as tarefas, foi o que fez toda diferença”.

Além do aprendizado constante, que é fundamental para o crescimento na carreira, ela destaca aspectos que são necessários para todo FM:

“É preciso gostar de lidar com pessoas e possuir algumas habilidades importantes como: uma boa negociação, comunicação, criatividade, flexibilidade e resiliência”. 

 

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Márcia Vieira Ribeiro

Em 2001, Márcia iniciou na área de serviços gerais em uma grande editora e tinha como principais atribuições coordenar os serviços da equipe de conservação e limpeza, manutenção civil, elétrica, segurança, mensageria, help serviços, utilidades, layout e obra de retrofit de edifício. Ela conta que nessa época ainda não havia o conceito de gestão de facilities estratégico.

Para ela o mais gratificante na profissão é acompanhar o desenvolvimento dos profissionais que fazem parte das equipes, “ver que estão preparados para buscar novos desafios e resultados, com qualidade tanto profissional, quanto pessoal é um grande motivo de orgulho”.

Ela fala que há um número crescente de mulheres ingressando na área, principalmente pelo perfil agregador, gestão holística, pensamento sistêmico e estratégico, que normalmente as mulheres possuem.

Segundo Márcia, é muito importante que o FM tenha amor pela profissão – requisito determinante para seguir em frente, além de buscar aperfeiçoamento em treinamentos, palestras e compartilhamento de experiências com profissionais da área.

 

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Clara Barreiros

Com experiência e formação na área de Turismo e Hotelaria, Clara iniciou na área de Facilities nos anos 90, mas ainda era chamada de Serviços Administrativos. “A gerente começou a descrever todas as atividades e fiquei receosa quando ela mencionou frota! Antes de aceitar o convite, fui fazer um curso sobre gerenciamento de frotas e eu era a única mulher”.

Naquela época poucas mulheres trabalhavam na área e esse foi um grande desafio.

Ela explica que hoje o cenário é diferente, há um setor consolidado, com diferentes grupos nos quais as mulheres participam como o Grupo Mulheres de Facilities, Grupas, GAS e a Associação Brasileira de Facilities (ABRAFAC): “Sou sócia fundadora, tive uma diretoria e fui Presidente do Conselho da ABRAFAC e estamos sempre incentivando as mulheres a participar”.

E para quem está iniciando a carreira, Clara conta que uma característica que não pode faltar é a empatia. “É impossível administrar os serviços de Facilities sem saber ouvir os clientes internos e entender os prestadores e fornecedores.  Tenham flexibilidade para conciliar processos com procedimentos e busquem sempre por conhecimento”. 

 

Kátia Campos

Com 25 anos de experiência e uma carreira totalmente voltada à área de Facilities, Kátia passou por muitos desafios, superando todos eles dia a dia. Um dos maiores destaques e que lhe rendeu um prêmio, foi a mudança do escritório da Motorola de Pinheiros, para a Vila Olímpia, ficando responsável por todo o projeto. Trabalhou junto aos fornecedores e internamente com todas as áreas. 

“O grande desafio desse projeto era o orçamento, pois no ano anterior outro escritório, localizado na Europa, teve o orçamento acima do estabelecido causando alguns problemas com isso. Não tivemos reclamação de nenhum funcionário, o que foi motivo para mim de muita felicidade”.

Ela conta que hoje o mercado brasileiro de Facilities tem cada vez mais mulheres, o que não acontecia quando começou sua carreira, “já participei de alguns processos seletivos no passado, nos quais eu era a única mulher na sala. Penso que o mundo mudou em todas as áreas e em Facilities não foi diferente”.

Kátia ressalta que é fundamental gostar do que faz, pois, a área traz muitos desafios. Ela também dá uma dica, para as mulheres que estão em início de carreira: 

“Um ponto importante é a atitude, pois se faz necessária em muitos momentos. Entender o negócio em que está inserida e contribuir com melhorias e soluções. Temos processos em muitas empresas já estabelecidos, tecnologias para nos apoiar, mas o capital humano ainda é o diferencial. Então trabalhe com ética, dedicação, compromisso, responsabilidade e tenha empatia em suas relações. Nós fazemos a diferença”.

 

Lute por seus sonhos

Depois de tantos exemplos incríveis e encorajadores de FM que enfrentam desafios e se superam todos os dias, não há dúvidas que as mulheres podem e devem estar na área que quiserem e ocupar o cargo que almejarem.   

Não existe fronteira quando há determinação na busca por um sonho. Assim como disse a ex-primeira dama dos EUA, Michelle Obama:

“O sucesso não tem a ver com o lugar de onde você veio, e sim com a confiança que você tem e o esforço que você está disposto a investir. ”

Acredite na sua capacidade, busque por conhecimento, faça networking, participe de grupos e eventos. Esteja preparada para superar desafios e trilhar uma trajetória de sucesso!