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Com experiência na área de Facilities de grandes empresas de tecnologia como OLX, Cast Group e Certisign, Lucas Iak atualmente é Gerente de Serviços e Patrimônio do Banco Pine.

Pós-graduado em Administração de Empresas, pela Fundação Getúlio Vargas e com MBA especializado em Tecnologia da Informação, possui amplo conhecimento em de gestão de contratos nas áreas de segurança patrimonial, serviços gerais, viagens, infraestrutura de TI e Real Estate.

Fátima Sousa, sócia do Grupo Facilities Services, foi selecionada junto a outras 24 empresárias para participar do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores Procter & Gamble. Uma iniciativa global, que conta com o apoio da WEConnect International - uma rede que identifica, educa, registra e certifica a maioria das empresas pertencentes a mulheres e as conecta a compradores qualificados e empresas multinacionais como a P&G em todo o mundo.

A capacitação é ministrada pelos executivos da Procter & Gamble e convidados, com o objetivo de transferir boas práticas da corporação a potenciais futuras fornecedoras. São abordados temas importantes como Estratégia de Negócios, Inovação, Branding e Tecnologia, Vendas, Acesso à Capital, Serviço ao Cliente, entre outros.

O programa já esteve em países como Índia, Turquia, Nigéria, Reino Unido, México, China e África do Sul. E em 2019 chega ao Brasil e Costa Rica. Até o momento, 139 empresárias foram beneficiadas pelo programa.

No ano em que o Grupo Facilities Services celebra oito anos de existência, temos muitas conquistas para comemorar. Fomos a única empresa do segmento de Facilities no Brasil, a participar de um programa de aceleração – com o Itaú Mulher Empreendedora, também fomos premiados com o do troféu Indicados INFRA, na categoria cursos de Facilities.

Além disso, já formamos mais de 1.000 profissionais e seguimos trazendo conteúdos aos cursos, que contribuam para que os Facilities Managers estejam preparados para superar os desafios da profissão e destacar-se no marcado.

Conheça um pouco mais sobre a nossa história: 

 

Com as linhas de crédito abertas pelo governo e pela iniciativa privada, ficou mais fácil implantar projetos de geração de energia fotovoltaica

Não podemos negar que hoje em dia, temas ligados à preservação do meio ambiente estão em evidência. Por um lado, pela urgência do planeta em preservar seus recursos naturais e por outro, devido ao aumento da consciência de parte da sociedade, sobre o impacto de nossas ações. Junto com essa conscientização há, justamente, uma pressão para que as empresas assumam sua responsabilidade com o desenvolvimento sustentável.

O desafio é se reinventar, para que os processos antes feitos de maneira convencional, sejam adaptados para essa nova realidade. Quando falamos em sustentabilidade, isso envolve não apenas preservar o meio ambiente, mas o desenvolvimento da comunidade. Dar boas condições de trabalho aos funcionários, contribuir com ações sociais, não praticar corrupção, todas estas são questões importantes, para que uma empresa seja considerada sustentável.

Os benefícios que as mudanças podem trazer para a sociedade são evidentes. Mas muitos se perguntam, sobre o custo disso dentro de uma corporação. Não poderia gerar prejuízos financeiros? A resposta é que estas ações podem ser mais vantajosas do que se imagina. Em primeiro lugar, os consumidores tendem a ver com bons olhos as marcas que se preocupam com o meio ambiente e se engajam em ações sociais

Além disso, o mercado também valoriza as empresas com este tipo de posicionamento. Para as que têm ações na bolsa, há o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), criado pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Por meio dele, os investidores sabem como as corporações estão adotando práticas de desenvolvimento sustentável.

Investir em sustentabilidade, também pode ajudar a economizar por meio da redução de custos. Neste aspecto, o Facility Manager (FM) tem um grande papel. Ele pode propor, por exemplo, maneiras de utilizar recursos como papéis e materiais descartáveis, e de reduzir o desperdício de água e energia.

Uma das alternativas para redução de custos é o uso da energia solar. Com os recentes incentivos governamentais, através da abertura de linhas de crédito, muitas empresas têm visto a oportunidade de implementar esta tecnologia, sem comprometer o orçamento.

Se você quer saber mais sobre as vantagens da energia solar para empresas, continue lendo. Hoje vamos falar sobre os benefícios e os cuidados que todo FM deve ter, ao iniciar este projeto.

 

Energia solar em empresas

Há alguns anos, o custo de implantar um projeto de energia solar fotovoltaica era um impeditivo, para que as empresas adotassem esta forma de geração de energia. Mas isso mudou recentemente, com o incentivo financeiro de instituições públicas e privadas.

Um levantamento feito pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), em parceria com a Clean Energy Latin America (CELA), constatou que o Brasil possui 70 linhas de financiamento para projetos de geração de energia solar. São bancos públicos como o Banco do Brasil (BB), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Banco do Nordeste (BNB) e o Banco da Amazônia (BASA), além de instituições financeiras privadas.

Segundo Paulo Ponso, Gerente de Operações do Grupo Center Norte e docente do Grupo Facilities Services, as principais vantagens da implantação da energia fotovoltaica são o baixo custo de manutenção e a longevidade do benefício. Um bom sistema pode funcionar por períodos superiores a 25 anos.

Ele também destaca a possibilidade de explorar novas tecnologias: “Existem aplicações específicas que cabem muito bem em novas construções. Com um incremento no investimento, pode-se trocar um telhado em vidro comum por um vidro fotovoltaico, vidro ou tensoflex com aplicação de filme plástico fotovoltaico; trazendo ao empreendimento benefícios diretos e indiretos, financeiros, técnicos e de sustentabilidade”.

No Brasil, este tipo de geração de energia tende a crescer ainda mais em 2019. Dados da ABSOLAR mostram que é esperado um aumento de 97% em relação à 2018. O país já atingiu a marca histórica de 500 megawatts (MW) de potência em sistemas instalados em residências, comércios, indústrias, áreas rurais, prédios públicos e pequenos terrenos.

 

Cuidados que o FM deve ter

Os benefícios em adotar um sistema de geração de energia solar são inúmeros, mas também é preciso tomar alguns cuidados, para que a implantação ocorra da melhor forma. Pensando nisso, Paulo Ponso reuniu algumas dicas para os Facilities Managers. Confira:

1- Faça a conta: Avalie o custo de instalação, sem deixar de lado valores que às vezes são esquecidos como o projeto, adequações estruturais para receber as placas fotovoltaicas e o seguro de riscos de engenharia, nos casos de grandes instalações. 

 

2- Garantias do sistema: Esteja atento às garantias do sistema implantado (placas, inversor de frequência e instalações).

 

3- Avalie quem fará a instalação: Analise quem será o parceiro integrador que cuidará do projeto, instalação e start up do sistema. Pesquise bem o mercado, para identificar empresas com sólido conhecimento.

 

4- Veja qual a melhor forma de contratar: Há como adquirir com custo zero, por exemplo, através do contrato de success fee (desconto garantido e compartilhado) ou BOT (build - operate - transfer), em que a empresa compra, instala, opera e ao final do contrato transfere a instalação ao cliente. Também pode-se comprar com recursos próprios, neste caso, todo benefício é integralmente do investidor. 

 

5- Aspectos contratuais: O FM deve entender todos aspectos contratuais, inclusive os que envolvem a concessionária de energia. Há casos em que o sistema fotovoltaico "exporta" energia para a concessionária, isso passa por alteração no contrato de energia vigente e deve ser adequado a esta realidade. 

 

6- Eficiência: Monitore se o sistema está performando dentro das premissas do projeto. É importante cuidar da gestão dos contratos envolvidos (incluindo o de manutenção) e também o da concessionária.

 

Quer ter mais ideias de como trazer práticas sustentáveis para sua empresa? 

Acompanhe nossa série de vídeos no YouTube, com dicas para você colocar em prática:

 

 

A dimensão e o foco da qualidade do ambiente interno (QAI) não é novidade. Mas quando se trata de escolas, parece que apontar o desempenho de nossos professores é bem mais fácil do que indicar a qualidade do ambiente construído e a sua QAI. 

A QAI em edifícios comerciais tem recebido a atenção da imprensa ultimamente, principalmente após a morte do ex-ministro das comunicações Sérgio Motta e a consequente publicação da Portaria 3.523 pelo Ministério da Saúde em 28 de agosto de 1998. 

Diversas legislações e normas técnicas foram publicadas no Brasil desde então, bem como inspeções e fiscalização por agentes sanitários, trabalhistas e de conselhos de órgãos de classe em sistemas de ar condicionado. 

O “World Green Building Council” divulgou um relatório importante em setembro do ano passado, “Health, Wellbeing and Productivity in Offices: The next chapter for green building” (Saúde, bem-estar e produtividade em escritórios: O próximo capítulo para a construção verde), que tem gerado maior interesse na indústria de imóveis e construção. 

Porém, pode-se argumentar que são as escolas, juntamente com a assistência à saúde, que têm as maiores implicações quando se trata da diferença entre bom e mau desempenho de QAI. Os alunos gastam cerca de 4 a 5 horas diárias, cinco dias por semana, 40 semanas por ano, durante aproximadamente 13 anos em salas de aula. O desempenho desses espaços é muito importante para o desenvolvimento dos alunos.

 

VENTILAÇÃO E CO2 

A Resolução 09 de 16 de janeiro de 2003 da ANVISA – Agencia Nacional de Vigilância Sanitária, bem como outros órgãos internacionais, recomenda o máximo de 1000 partes por milhão (ppm) de CO2 para ambientes internos. 

A ventilação inadequada faz com que CO2 e contaminantes do ar interior se acumulem em espaços ocupados. Em um grande número de escolas, os níveis de dióxido de carbono (como um indicador da eficiência da ventilação) passam de 3.000 ppm. Isso ocorre geralmente em salas ocupadas, frequentemente no verão, estação em que as salas de aulas são fechadas com ar condicionado e obviamente ficam sem ventilação adequada. 

Esses níveis indicados para escritórios comerciais são levados em consideração para ajudar na concentração, estratégia, desempenho e produtividade dos funcionários. De fato, o estudo de 2012 chamado “O CO2 é um poluente de interior? Efeitos diretos de concentrações baixas a moderadas de CO2 no desempenho humano da tomada de decisão”, Satish et al descobriu que quando os níveis aumentaram de 600 ppm a 1.000 ppm e 2.500 ppm, houve estatisticamente reduções significativas no desempenho nos escritórios; em alguns casos o desempenho de tarefas chegou a ser classificado como "disfuncional" quando em níveis de 2.500 ppm.

 

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Apesar disso, os alunos estão expostos a níveis de dióxido de carbono que ultrapassam 3.000 ppm e então dizemos a eles que precisam melhorar o foco, a atenção e as notas para que possam competir com outros alunos internacionais em termos de alfabetização e demais padrões. 

Dados compilados pelo Wisconsin Department of Health Services, OSHA, NIOSH e ACGIH, órgãos norte-americanos, indicaram que um nível de 1.000 ppm "indica ventilação inapropriada; queixas como dor de cabeça, fadiga e irritação dos olhos e da garganta ficam mais generalizadas; o nível de 1.000 ppm deve ser usado como limite máximo nos níveis internos" e níveis entre 2.000 e 5.000 ppm estão "...associados a dores de cabeça, sonolência e ar abafado, pesado, estagnado. Falta de concentração, perda de atenção, aumento da frequência cardíaca e enjoo leve também podem estar presentes". 

Os autores do estudo “O CO2 é um poluente de interior? Efeitos diretos de concentrações baixas a moderadas de CO2 no desempenho humano da tomada de decisão” também argumentam que o efeito de 2.500 ppm de dióxido de carbono equivale aproximadamente a uma concentração de 0,08 de álcool no sangue – acima do limite de 0,05 para condução de veículo. 

Então, quais são os níveis característicos de CO2 nas salas de aula? Um estudo de 2002 com 120 salas de aula no Texas mostrou que 88% das salas de aulas tinham índices acima de 1.000 ppm e que, de forma alarmante, 21% das salas de aulas estavam com índices acima de 3.000 ppm. 

Outro estudo da Universidade Técnica da Dinamarca, mostra ganhos de performance dos alunos em 14,5% em ambientes com uma boa qualidade do ar. Isso representa que um aluno é capaz de aprender em 06 anos o que ele aprenderia em 07. Nem precisa ser bom em matemática para enxergar o ganho financeiro para um país com investimentos nesse assunto. 

A realidade mostra cada vez mais salas de aula com mais alunos e com menos espaço e janelas reduzidas, causam esse ambiente saturado.

 

Compostos Orgânicos Voláteis 

Uma consequência adicional da ventilação inadequada é o acúmulo de outros contaminantes do ar interior, como os compostos orgânicos voláteis - COVs, incluindo o formaldeído. 

Os COVs podem ser encontrados em diversos produtos de construção e manutenção utilizados nas salas de aula, incluindo tapetes, vinil, tintas, selantes, plásticos, produtos de madeira, móveis, eletrônicos, agentes de limpeza e tantos outros. 

A toxicidade dos COVs varia. Muitos são conhecidos pelos efeitos significativos para a saúde: sabe-se que alguns são irritantes e que outros causam câncer (carcinogênicos), mutações, além de outros efeitos indesejáveis. Em ambientes externos, os COVs podem se dispersar facilmente antes de causarem efeitos para a saúde, mas em ambientes fechados, com pouca ventilação, como uma sala de aula, os COVs podem se acumular e criar perigo para a saúde. 

Além de efeitos significativos para a saúde, uma equipe da Universidade da Califórnia, em Berkeley, liderada por Bill Fisk encontrou declínios cognitivos (raciocínio prejudicado) relacionados com a exposição a COVs em níveis típicos de um escritório que tinha sido renovado no ano anterior. 

Muitas escolas na Austrália que tinham problemas antes e depois reduziram problemas associados com COVs, através de um enfoque mais forte na seleção do material e no gerenciamento da IAQ. 

 

CONTAMINANTES MICROBIANOS 

Outro grande problema é a capacidade do ar interior de espalhar infecções virais e bacterianas, sendo a proliferação de mofo um fator de contribuição especial. 

Há uma crescente incidência de condições de saúde crônicas, como asma, viroses, alergias e outras sensibilidades. A asma é a principal causa de faltas nas escolas entre as crianças dos Estados Unidos.

Um estudo feito em 2003, mostrou que os efeitos nas escolas contaminadas por mofo nos Estados Unidos incluem reações alérgicas imediatas significativas em alunos e professores. Além disso, mais de dois anos depois da exposição, muitos desses alunos e professores continuaram a ter reações que não estavam presentes antes da exposição. 

Isto tem implicações significativas para as escolas com o aquecimento do clima e o aumento no índice de infiltrações, associadas a inundações e vazamentos de água. O risco de problemas com mofo nas salas de aula tende a aumentar e trará consequências para a saúde das crianças nas escolas. 

Este é um problema global. 

Um novo relatório da Organização Mundial de Saúde mostrou que os ambientes internos de baixa qualidade nas escolas são um problema importante em muitos países na região europeia, com problemas que incluem ambiente mal ventilado e abafado, umidade e mofo, temperaturas incômodas e sanitários em mau funcionamento. 

Embora o relatório afirme que os países de renda alta têm políticas para melhorar a qualidade do ar interior nas escolas, inclusive com padrões para ventilação, a baixa qualidade da ventilação e o ar abafado nas salas de aula, principalmente durante as estações mais frias, continuam a ser um problema comum a todos. Isto tem tido efeitos negativos na saúde respiratória, no absenteísmo, no desempenho acadêmico e no bem-estar dos alunos. 

A exposição ao mofo e à umidade também é comum em alguns países, enquanto a melhoria no saneamento e na higiene das escolas permanece sendo um desafio nos países em desenvolvimento. A infraestrutura deficiente e a manutenção inadequada das instalações são razões por trás da baixa satisfação dos alunos com sanitários e instalações de higiene e o escasso uso que fazem deles. 

Existem problemas ambientais importantes nas escolas, que são essencialmente negligenciados. As pessoas responsáveis pela tomada de decisão devem analisar as evidências e certificar-se que as normas e regulamentações existentes sejam implementadas. 

Recentemente, a prefeitura da cidade de Santos/ SP, licitou a compra de 3.000 aparelhos de ar condicionado do tipo Split para escolas do município. Apesar de ser uma ação com objetivo de trazer conforto aos alunos e professores, é uma catástrofe em relação a qualidade do ar interna. 

Esse aparelho de ar condicionado, Split, é para uso apenas em ambientes residências. Para ser utilizado em ambientes não residenciais, deve ser feito adaptações como sistema de filtragem eficiente e renovação de ar, que permitam ao ambiente não ter um ar saturado. 

O aparelho Split convencional não possui filtragem adequada e nem renovação de ar. Infelizmente me nosso pais esse tipo de equipamento vem sendo utilizado em aplicações não residências em larga escala e representa mais de 90% das vendas de aparelho de ar condicionado no Brasil. 

Isso resulta em diversos ambientes com instalações irregulares, fora das normas técnicas e legislações brasileiras. 

Um Programa de Qualidade do Ar em Escolas deve estar na agenda de desenvolvimento do país, principalmente quando o governo deseja ser uma PÁTRIA EDUCADORA. 

 

Elaborado por: Eng. Leonardo Cozac – Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho, especialista certificado em Qualidade do Ar Interno. Diretor da Conforlab www.conforlba.com.br @leonardo_cozac

Obras e reformas demandam uma Gestão de Facilities atenta às necessidades e cuidadosa com os colaboradores. Acomodar o time é uma exigência crítica e constante do gerenciamento do escritório. Entretanto, as estratégicas precisam ser específicas durante retrofits a fim de controlar os impactos e evitar transtornos. Junto às questões de segurança e condições ideais para o trabalho, uma atmosfera propícia à produtividade e conforto precisam ser priorizados. Para isso, é ideal que o momento conte com estruturas que suportem às mudanças e que ofereçam uma experiência positiva no workplace.

Manter os colaboradores no ambiente da obra é, no mínimo, improdutivo e desagradável. Portanto, usar a tática de Pulmão de Reforma (ou Pulmão de Obra) é uma tomada de decisão inteligente e respeitosa com a equipe. Aliás, manter os colaboradores na obra também é um complicador para a própria realização da reforma. Tanto quem trabalha no escritório quanto quem trabalha na obra é negativamente afetado pelas dificuldades de dividir o ambiente. 

Além das questões práticas de computadores e ferramentas no mesmo lugar, as experiências vividas no ambiente de trabalho constroem o relacionamento entre empresa e profissionais e devem ser tratadas com a devida importância. Cada vez mais, conceitos como o Workplace Experience e Employee Experience reforçam a relevância de espaços adequados e de ações preocupadas com o bem-estar das pessoas. 

Mobiliário flexível para Pulmão de Reforma 

Porém, como garantir um ambiente de trabalho focado em pessoas e orientado à performance mesmo durante retrofits? Mobiliar o Pulmão de Reforma com a flexibilidade do mobiliário sob demanda é a resposta perfeita para esta necessidade. A John Richard auxiliou uma multinacional alemã a criar um Pulmão de Reforma com 120 posições de trabalho.

O espaço atendeu à remodelação do escritório, que ocorreu sem comprometimento da continuidade das atividades do negócio. Como a obra seria realizada com rotação dos ambientes reformados, o espaço foi chamado de área volante, pois a ideia era acomodar os colaboradores com liberdade para movimentações. Desde o início, a gestão tinha clareza de que a demanda seria temporária, visto que a obra foi programada para durar 3 meses. Então, flexibilidade era um critério contundente da Gerência de Facilities Management, que escolheu a solução de móveis on demand justamente pela praticidade de um serviço centrado no uso.

A área volante foi inteiramente mobiliada com mesas, cadeiras, sofás e puffs alugados. Tudo foi entregue conforme solicitado e o serviço assegurou os móveis sempre prontos para o uso. Outro ponto de destaque do projeto foi o fato da empresa alemã estar em processos internos de transformação digital e adoção de métodos ágeis. Com isso, o Pulmão de Reforma precisava ir além de espaço de trabalho, funcionando como ambiente de testes para o novo conceito de workplace da organização. Na migração de espaços fabris para células e squads, itens como compartilhamento e cocriação foram parâmetros da área volante, que foi mobiliada com mesas plataforma, mesas hexagonais e puffes colaborativos.

O case é apenas um exemplo de como o aluguel de móveis é uma solução útil e prática para o dia a dia do Facilities Management. Sendo que, especificamente no modelo sob demanda, a locação atende demandas temporárias com eficiência e permite que os movimentos do negócio e do mercado sejam acompanhados com agilidade.

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Conteúdo oferecido pela John Richard: maior locadora de móveis do Brasil. Com 20 anos experiência, a empresa oferece soluções de mobiliário on demand e as a service para escritórios e residências em todo o Brasil. 

Os profissionais que atuam na área de gestão de facilities têm sido cada vez mais reconhecidos como fundamentais para o bom funcionamento das empresas, contribuindo para a redução de custos, além de proporcionar conforto e segurança para os usuários. Com essa valorização e profissionalização do setor, o gestor tem mais desafios e, para superá-los, a busca constante por conhecimento é fundamental.

Recentemente a Associação Brasileira de Facilities (Abrafac) divulgou o resultado de uma pesquisa mundial, realizada em parceria com a Global FM e conduzida pela Frost & Sullivan. Este levantamento mostrou que o mercado de Facilities no Brasil está estimado em aproximadamente R$ 60 bilhões – sendo que houve um crescimento de 7,1%, de 2016 para 2017.

Para acompanhar esse crescimento, o (a) Facility Manager (FM) precisa estar atento (a) às oportunidades de atualizar-se, seja em eventos relacionados ao setor ou cursos que tragam o conhecimento necessário. O mercado busca por profissionais que estejam preparados para inovar e agregar valor à organização. 

E você? Está pronto (a) para ser este (a) profissional?

Com a rotina intensa e as exigências da função, muitos FM têm dificuldade de conseguir tempo extra para fazer cursos. Ciente desta necessidade, o Grupo Facilities Services lançou a versão online do curso Gestão Operacional de Facilities. Com um conteúdo totalmente voltado ao dia-a-dia dos profissionais. O curso aborda assuntos como:

  • Contratos (aspectos jurídicos);
  • Gestão de Fornecedores;
  • Indicadores de Desempenho (SLAs e KPIs);
  • Gestão de Serviços de Limpeza;
  • Introdução a Manutenção Predial;
  • Entre outros. 

 

Horário flexível

A flexibilidade de horário foi um dos motivos que levou Fábio Mello (um dos primeiros alunos a se inscreverem no curso), CEO da Doctor Limp, a cursar a versão à distância (EAD). Ele conta que o curso contribuiu para atualizar-se em relação ao mercado e citou como destaque as aulas sobre contratos e indicadores de desempenho: “ os conteúdos me mostraram de imediato itens importantes para melhorias aplicáveis em nossos clientes”.

Ele fala sobre a importância do FM buscar cursos, para estar preparado: “Se o colaborador não estiver capacitado para exercer esta função, poderá colocar em risco toda a estrutura e gestão da empresa. Estes cursos da Facilities Services proporcionam grandes conhecimentos para a área”.

Confira o depoimento:

 

 

Cursos presenciais

Também é possível fazer o curso pessoalmente, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Com mais de 1.000 alunos formados, hoje o curso Gestão Operacional de Facilities é referência no setor e tem ajudado profissionais a melhorarem seu desempenho nas empresas onde atuam.

Veja o que nossos alunos têm a dizer:

"Com relação ao curso de Gestão Operacional de Facilities tenho apenas elogios. Curso perfeito para as necessidades do profissional da área, orientando e dando subsídio para a formação do gestor de facilities de uma forma simples, clara e objetiva. Enriqueceu-me demais e recomendo a todos que estão dentro ou fora da área."

Clodoaldo Siqueira

 

"Participei do curso Gestão Operacional de Facilities e foi muito bom para meu aperfeiçoamento profissional, pude ter uma ampla visão que não conhecia e além de tudo compartilhar experiências fantásticas."

Patrícia Donato

 

"O curso Gestão Operacional de Facilities abriu minha mente referente a área de Facilities e mostrou quão ampla e apaixonante é atuar nesse mercado. Fiquei tão encantada que resolvi fazer o Gestão Estratégica. A Facilities Services está de Parabéns! Obrigada por transmitir os conhecimentos."

Camila Davies

Concluímos mais uma turma in company! Agradecemos à Kantar Ibope Media, por acreditarem em nosso trabalho e investirem na capacitação de seus colaboradores no Brasil!

Quer levar nossos cursos aos seus colaboradores?

Entre em contato conosco pelo email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Por Roni Enara Rodrigues, diretora executiva do Sistema Observatório Social do Brasil

Ao longo da história da humanidade, entre a luta de classes e de gênero, muitas mulheres foram protagonistas de mudanças sociais, econômicas, políticas e religiosas. Mas não é desse enfoque que eu quero falar neste 8 de março. Quero falar do quanto o Brasil precisa de nós, cidadãs!

Desde a adolescência, participando do movimento de líderes cristãos e depois do movimento acadêmico e pastoral universitária, tive a oportunidade de vivenciar e compreender que cada um de nós, pela participação ou pela omissão, exerce um papel importante na construção das políticas públicas que devem reverter à população serviços de qualidade, financiados com a arrecadação de impostos que todo cidadão paga.

A compreensão de que política é assunto e lugar de mulher faz com que nos sintamos empoderadas diante da realidade brasileira. Mulheres são a maioria da população e responsáveis pela manutenção de quase 30 milhões(*) dos lares brasileiros. Um bom número de nós tem feito a diferença nas empresas, no governo e nas organizações do Terceiro Setor. Para lembrar de alguns nomes: Paula Bellizia, na vice-presidência da Microsoft na América Latina, a Procuradora Federal Paula Conti Thá, na coordenação da Força Tarefa da Lava Jato no Paraná e Dra. Zilda Arns Neumann, grande líder mundial na Pastoral da Criança.

E há tantas outras mulheres que, anonimamente, protagonizam mudanças e constroem uma nova realidade nas suas famílias, nas comunidades onde moram, nos empreendimentos em que trabalham. Podemos ampliar esse protagonismo no exercício da cidadania. É a minha proposta!

Todos os dias somos bombardeadas com notícias de corrupção e de ineficiência do setor público, situação que faz sofrer cidadãos nas filas do SUS, que mata pessoas nas estradas em péssimo estado, que deixa nossas crianças sem escolas e pais/mães sem emprego. E essa conjuntura, que nos faz uma população pobre e descrente, não se resolve com a indignação de sofá ou das redes sociais... somente a atitude consciente e determinada vai mudar o País!

Para que nossa contribuição seja efetiva na construção da justiça social, precisamos e podemos ocupar mais espaços de decisão, na associação de pais e mestres na escola dos filhos, na gestão do condomínio onde moramos, nos conselhos municipais da saúde ou da educação por exemplo; ou participando diretamente da política partidária, ocupando cargos públicos; ou ainda atuando em organizações de controle social como o Observatório Social do Brasil (OSB).

No OSB, somos quase de 3.500 homens e mulheres de bem, que amam o Brasil de verdade! Entre 2013 e 2017, ajudamos os municípios a economizar mais de R$ 3 bilhões só acompanhando as compras e outros gastos das prefeituras e câmaras. Carro de luxo que custava R$ 307 mil deixou de ser comprado por prefeito no interior do Paraná; crianças que passaram a fiscalizar a entrega da merenda em escolas de cidades catarinenses; obras de creches que estavam paralisadas foram concluídas; vereadores que gastavam mais diárias de viagens que os dias do mês reduziram seus gastos pela metade... inúmeros são os resultados do “olhar do cidadão” sobre a coisa pública, Brasil afora. Há cidadãos atuando em mais de 140 cidades em 16 Estados.

E não é só no OSB que existe espaço para a cidadania ativa. Há tantas outras organizações e formas legítimas de participar, cobrando transparência dos atos públicos, controle dos gastos e qualidade dos serviços. É nosso dever como cidadãs.

Ah! Falei para as mulheres, mas vale para os homens também! O exercício da cidadania não tem sexo, idade, classe social ou religião: tem protagonismo!

Não podemos nos deixar levar pela ideologia do antagonismo: mulheres contra os homens, negros contra os brancos, esquerda contra direita... só a união entre os cidadãos - e de maneira organizada - poderá garantir a justiça social e um País sem corrupção!

Aliás, este é um sonho que gostaria de compartilhar: colocarmos no mapa do Brasil o carimbo de “Área Livre de Corrupção”. Para isso, convido a participar do Pacto Pelo Brasil, onde cada cidadã, empresária, professora, estudante, artista, dona de casa se propõe a ser exemplo de área livre de corrupção e inspira mais pessoas. Escolas podem desenvolver programas de educação para a cidadania. Empresas podem e devem promover planos de integridade e prevenção à corrupção. Órgãos públicos têm o dever constitucional de garantir transparência, controles e eficiência na sua gestão.

Mulher e homem, a partir deste 8 de março, sonhem comigo: Brasil Área Livre de Corrupção! Tomemos juntos uma atitude: Pacto Pelo Brasil! Sejamos protagonistas na construção do País que queremos deixar como legado às futuras gerações.

 

*Revista Época Negócios, de 06/03/2018

 

RONI ENARA RODRIGUES - formada em Serviço Social, com especialização em Socioterapia, Practitioner em PNL e Coaching Sistêmico. É consultora organizacional, especializada em Gestão de Pessoas, Gestão da Qualidade e Produtividade e Gestão do Terceiro Setor. Atua como Diretora Executiva do Sistema Observatório Social do Brasil desde 2008, tendo sido uma de suas fundadoras.

 

Este texto é uma publicação do site da Fundação Nacional da Qualidade.

Por Jairo Martins, presidente executivo da FNQ

Em respeito aos 210 milhões de brasileiros e aos 13,1 milhões de desempregados, dediquei o feriado de 1º de maio de 2019 para a elaboração deste artigo. Confesso que o estado de indignação foi o meu maior fator motivador e catalisador.

Desde a pré-história aos dias de hoje, o mais importante pilar do progresso da humanidade é a capacidade de produzir. Os sistemas econômicos são responsáveis por um processo de execução, transformando o trabalho humano, as reservas naturais e os recursos instrumentais em entregas de valor para a sociedade. Dessa forma, são estabelecidos os fluxos econômicos - a geração de renda, os dispêndios, a poupança e os investimentos -, resultantes da capacidade de produzir, que é a atividade econômica fundamental.

Os fatores de produção, ou melhor, os recursos para produzir, nas suas formas básicas, são constituídos pelas dádivas da natureza, capacidade de trabalho, capital, tecnologia e, por fim, pela capacidade de gestão. O emprego estruturado desses fatores, de sua disponibilidade, de suas capacitações e qualificações, de sua mobilização e de sua orquestração resultam os padrões de atendimento das ilimitáveis necessidades das pessoas e da sociedade. A dinâmica da interação sistêmica desses fatores e os resultados dos seus desdobramentos são o que caracteriza o nível de desenvolvimento de uma nação.

Não há dúvida de que a economia cresce pela conjugação de três elementos fundamentais: a capacidade de produzir, o ambiente de negócios e o investimento. A capacidade de produzir é o primeiro e o principal desses três fatores. A boa execução é fator decisivo para o aumento da produtividade. A favorabilidade das condições do ambiente interno de um País é elemento primordial para a sua competitividade.

Ora, com altos índices de produtividade e competitividade, oriundos da eficácia e eficiência dos processos de todas as atividades, os custos tendem a cair, o que é condição sine qua non para o aumento da demanda. A alta demanda implica em maior volume de vendas internas e externas (exportações), o que vai exigir o aumento da produção e consequente geração de empregos e elevação da renda per capta. Tendo uma maior renda, a sociedade aumenta o seu padrão de bem-estar e reduz as desigualdades, surgindo novas necessidades. Aí entra o papel da inovação, em todos os aspectos, inclusive com o uso de novas tecnologias, entre elas a digital, melhorando a eficácia e eficiência para atender às novas demandas. Para que tudo ocorra de forma planejada e sistemática, deveremos ter a capacidade de gerir esse círculo virtuoso: demanda > produção > empregos > renda > bem-estar > inovação > novas demandas. A repetibilidade desse ciclo é papel da boa gestão, pelas mãos de lideranças transformadoras, atentas às mutações dos cenários e conscientes das suas obrigações, conduta ética e responsabilidades.

Enfim, como a partir da produtividade e da competitividade podemos garantir o nosso crescimento econômico? Eis a questão!

Sabemos que os indicadores de receitas, produção, emprego, renda e bem-estar social são resultados do trabalho. Com bons resultados, aumentamos a nossa reputação e consequentemente estabelecemos relacionamentos sólidos, internos e externos, principalmente com as cadeias produtivas globais. Resultados - Reputação - Relacionamentos (os 3R) é o tripé da confiança, que é condição imprescindível para atrair investimentos, sem os quais não vamos crescer. Dessa forma, entramos em outro ciclo virtuoso - o do Desenvolvimento Econômico.

Mas, se a Produtividade e a Competitividade são a base de tudo, como chegaremos lá? A equação é bastante simples e lógica.

Produtividade é fazer mais com menos, tem a ver com eficiência e eficácia em gerar mais valor com menos recursos. Ela não é tudo na economia, mas no longo prazo é quase tudo. Pode ser conseguida por meio da educação, conhecimento, experiência, aprendizado, processos, inovação, tecnologia, saúde, condições de vida digna, leis trabalhistas adequadas e justas e boa gestão. Competitividade, na sua essência, é sermos a escolha dos parceiros comerciais por reunirmos condições adequadas de um bom ambiente de negócios: tributação, infraestrutura, segurança pública, política econômica, reformas estruturais, segurança jurídica, ética, burocracia e, também, boa gestão.

A conjugação da Produtividade e da Competitividade depende, entretanto, do alinhamento Público-Privado, que precisa ter, como único propósito, o desenvolvimento econômico do País. O Setor Privado precisa abrir mão do individualismo e se organizar para ter uma voz única e coerente, principalmente em tempos de crise. O Setor Público precisa abrir mão das suas ideologias, esquecer as suas orientações esquerdistas e direitistas e unir esforços com foco no desenvolvimento do País, pelo menos enquanto o País não sair do imbróglio em que o Governo e os Empresários desqualificados o meteram.

Em suma, o diagnóstico e as ações são simples - é questão de querer entender e querer fazer.

Com a criação da Secretaria Especial da Produtividade, Emprego e Competitividade (SEPEC), no Ministério da Economia, o Governo Federal dá sinais de que está disposto a agir. A FNQ, cujo propósito é “Transformar pela Gestão”, tomou a liberdade de formatar o Programa Brasileiro de Gestão para a Competitividade - PBGC e o apresentou ao seu Conselho Curador, composto de Organizações Públicas e Privadas, e também à SEPEC.

Resumindo: as ferramentas estão disponíveis. Agora é uma questão de atitude responsável e coletiva, dos Setores Público e Privado, que precisam assumir a responsabilidade urgente de melhorar o País, deixando a atitude covarde e individualista, com visão de curto prazo, esperando que as coisas simplesmente aconteçam. Sem isso, continuaremos vivenciando a atual mediocridade econômica, com graves impactos para quem realmente trabalha e tem vontade de trabalhar para reconstruir o nosso País.

Que o dia 1º de maio de 2019, em respeito aos brasileiros, que aqui vivem e aqui trabalham, e às nossas crianças que precisam de um futuro melhor, seja o marco institucional de uma nova atitude corajosa e responsável para transformar efetivamente o Brasil no país que queremos e precisamos.   

Este texto foi publicado originalmente no site da Fundação Nacional da Qualidade.

Na comemoração dos nossos oito anos de existência, queremos fazer uma homenagem especial aos professores que estão conosco desde o início

Durante toda a jornada do Grupo Facilities Services, vencemos desafios, pudemos contribuir para a formação de muitos profissionais e superamos a marca de 1.000 alunos certificados. Também recebemos o reconhecimento do mercado, por meio da premiação do troféu Indicados INFRA, na categoria cursos de Facilities. Além da participação em programas como a Aceleração do Itaú Mulher Empreendedora e no programa de Desenvolvimento de Fornecedoras da Procter & Gamble com a  WeConnect International - uma iniciativa que identifica, certifica e apoia empresas, para conectá-las com oportunidades de mercado em cadeias de valor globais.

Mas não caminhamos sozinhos, todas essas conquistas aconteceram com a ajuda de profissionais que colaboram para oferecermos, constantemente, cursos que agreguem valor e ajudem os Facilities Managers em seu dia a dia.

Temos a alegria de ter professores incríveis e atuantes no mercado, que contribuem para que o crescimento dos alunos aconteça. E, hoje, queremos fazer uma homenagem especial aos professores que estão conosco desde o início!

Confira o que eles têm a dizer, sobre esses oito anos de parceria: 

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Rosana Freitas

“Parece que foi ontem. Lembro-me exatamente do dia em que a Fátima me lançou o desafio, em meio a premiação da Abrafac: ‘Rô, você vai dar aula de relatórios gerenciais para mim. ’  

Passaram-se oito anos e parece que foi ontem, sinto a mesma emoção até hoje e só tenho a agradecer por fazer parte deste sonho, que vem se realizando e dando certo a cada novo sonho sonhado.

A Facilities Services tem proporcionado um aprendizado constante para todos os envolvidos, aprendemos com a Fátima, com os colegas extremamente competentes e com os treinandos. Tenho certeza que o aprendizado vai além do certificado, pois são as trocas de experiências de toda essa corrente, que fazem o diferencial. ” 

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Luis Felipe Marzagão 

“Fui convidado em 2011 para ministrar aulas de direito na Facilities Services e, desde então, tem sido uma experiência muito gratificante e desafiadora. Gratificante porque ao transmitir o conhecimento você é recompensado não só pelo progresso daqueles que estão ao seu redor, mas também pela troca de experiências. Desafiadora porque, em geral, o público de alunos é proveniente das mais variadas áreas de atuação e de formação, o que torna a aula muito interessante e dinâmica. Além disso, a Facilities Services é empresa organizada, preocupada com a qualidade dos conteúdos dos cursos e, por isso, nunca parou de crescer, o que torna essa parceria mais recompensadora ainda. ”

José Tavares

“É uma enorme alegria fazer parte deste grupo de sucesso e ver desde o início o seu crescimento e melhoria a cada dia, cada projeto. É um delicioso sentimento de realização profissional saber que juntos, em equipe, cada um contribuindo com seus conhecimentos, experiências e vontade, somos capazes de ajudar na capacitação de profissionais tão importantes; que buscam melhoria contínua, com a finalidade de desenvolver e trabalhar uma gestão com excelência, tanto de pessoas, quanto de ativos. ”

Gratidão

Temos muito a agradecer por todos que fizeram e que fazem parte da nossa história. Nossa equipe, alunos e professores são parte fundamental para a existência do Grupo Facilities Services!

Conheça mais sobre nossa trajetória:

 

Elemento chave para o desenvolvimento e o sucesso de qualquer empresa, organização e pessoas, infelizmente a comunicação não é feita com clareza, objetividade e simplicidade. Por isso, sempre que um problema acontece costumamos ouvir as seguintes frases: “faltou comunicação” ou “foi por falha de comunicação”

Seja em uma relação profissional ou pessoal, a comunicação é crucial para a manutenção da saúde e sustentabilidade dessa relação. É também essencial para que todos estejam cientes, engajados e tomem atitudes em benefício de um objetivo comum.


Ou seja, a comunicação é a base fundamental de um bom casamento e vai até ser fundamental para uma gestão eficaz de ativos, instalações, facilities e claro, pessoas. 

O significado de comunicação

Se você recorrer a um dicionário, vai ver que o significado dado à palavra é:

“comunicação | s. f.

derivação fem. sing. de comunicar


co·mu·ni·ca·ção

(latim communicatio, -onis)

substantivo feminino

1. Informação; participação; aviso.

2. Transmissão.

3. Notícia.

4. Passagem.

5. Ligação.

6. Convivência.

7. Relações.

8. Comunhão (de bens).”

As informações acimam são do Priberam.org. E já são bem claras em relação ao significado, propósito e importância que a palavra e a ação de comunicar tem. Seja em relações pessoais ou profissionais. 

Vou tomar a liberdade para me aprofundar mais um pouco no significado. Agora, recorro ao dicionário Michaelis. Veja só o que ele apresenta como o que é a comunicação:


“co·mu·ni·ca·ção

sf

1. Ato ou efeito de comunicar(-se).

2. LING Ato que envolve a transmissão e a recepção de mensagens entre o transmissor e o receptor, através da linguagem oral, escrita ou gestual, por meio de sistemas convencionados de signos e símbolos.

3. O conteúdo da mensagem transmitida.

4. Transmissão de uma mensagem a outrem.

5. Exposição oral ou escrita sobre determinado assunto, geralmente de cunho científico, político, econômico etc.

6. Ato de conversar ou de trocar informações verbais.

7. Nota, carta ou qualquer outro tipo de comunicado através da linguagem escrita.

8. Comunicado oral ou escrito sobre algo; aviso.

9. Aquilo que permite acesso entre dois lugares; passagem.

10. União ou ligação entre duas ou mais coisas.”

A comunicação na gestão de facilities

Tecnicidades e estruturas de comunicação à parte, partimos para a questão da comunicação no setor de facilities. Principalmente quando envolve rotinas e processos de gestão.

A comunicação deve focar em atender e compreender as necessidades e demanda de um determinado público. No meio de facilities, por exemplo, o público pode ser o cliente final, que utiliza e usufrui de um determinado espaço. 

A comunicação pode começar pelo gestor de facilities, responsável pelo bom funcionamento e andamento de todo o espaço, passar pode toda a sua equipe - limpeza, manutenção, climatização - até que as devidas e determinadas orientações cheguem ao seu público.

Para que tudo funcione bem e eu sua plenitude, manter a frequência comunicacional é essencial. Frequência e simplicidade e clareza do conteúdo são os fatores que mantém as pessoas informadas e engajadas.

Ainda assim, há uma tendência das pessoas em não compartilharem informações com a frequência ideal ou em compartilharem informações descontextualizadas e sem uma prioridade clara.

Elementos básicos e fundamentais da comunicação

Se você fizer uma consulta em uma enciclopédia tradicional ou até mesmo no Wikipédia, verá pontos mais técnicos ligados ao assunto. Assim, terá uma compreensão da estrutura básica para que a comunicação seja eficaz e cumpra o seu papel. 

A estrutura da comunicação é formada por: 

  • emissor, 
  • receptor, 
  • mensagem, 
  • canal, 
  • código, 
  • resposta 
  • ambiente. 

 

Todo o seu percurso consiste em passar por uma fonte de informação, um transmissor, um canal, um receptor e um destino.  

Repetição e reforço são necessários. Vivemos na era da informação e todos os dias, profissionais de todas as áreas são inundados com mensagens em aplicativos de comunicação, notificações de redes sociais, emails, ligações todos os dias. Neste pacote diário, há muita coisa que vai além do âmbito profissional.

É importante considerar que cada um absorve e interpreta uma informação de maneira diferente. É aí que os gestores de facilities devem fazer uma consideração para que possam manter suas equipes sempre informada, engajada e focada.

Para isso, é importante se apoiar nos seguintes pilares.

Conscientização

A conscientização e a comunicação ativamente aberta no FM levam a um melhor gerenciamento da equipe e a objetivos mais claros. Com os vários níveis de gerenciamento no setor de FM - a comunicação pode se tornar tensa e difícil de trabalhadores para gerentes. 

A conscientização se baseia na idéia de que as pessoas executarão os trabalhos com mais eficiência se estiverem cientes dos objetivos que as equipes estão buscando e do que é necessário para alcançá-los. Comunicar claramente à sua equipe quais são as expectativas é um ótimo começo para conscientizá-la do trabalho envolvido e sentir-se incluída e valorizada.

Escuta ativa 

No FM, o papel é fundamental para criar boas práticas de trabalho. Comunicar-se com diferentes membros da equipe e receber suas contribuições também significa valorizá-los como indivíduos. 

Membros da equipe valorizados estarão evidentemente mais interessados em seu trabalho e mais ativos em seu papel. Ouvir muitas vezes pode ser subvalorizado - mas a abertura para o que os outros ao seu redor estão dizendo cria confiança em um ambiente de negócios.

Definição de metodologia de comunicação

Decidir seus métodos de comunicação e trabalhar com eles é uma decisão importante. A abordagem da sua empresa deve ser perfeita - e, portanto, depois de descobrir o que funciona, continue com ela. Isso não significa não estar aberto a mudanças, mas simplesmente manter a comunicação eficaz e inteligente. 

Se as reuniões semanais ajudarem a aumentar o moral da sua equipe ou a comunicação por e-mail parecer a melhor maneira de entrar em contato com um trabalhador, faça isso. É importante encontrar as soluções que funcionam melhor para você e sua empresa de FM - para que todos os envolvidos se sintam a bordo e preparados para trabalhar em direção aos mesmos objetivos.

Incentivo à criatividade e inovação

A tecnologia está desenvolvendo espaços digitais que estão abrindo novas maneiras de trabalhar. Aplicativos e software de mercado baseado em nuvem estão revolucionando a maneira como nos comunicamos. 

No setor de FM, isso significa que a comunicação pode ser mais rápida, suave e eficiente. Economizando tempo e dinheiro para as empresas. Esteja aberto a contribuições e idéias da equipe sobre como usar a nova tecnologia e, portanto, refazer a maneira como sua empresa funciona. 

A melhor tecnologia integrará perfeitamente suas comunicações digitais e face a face - para simplificar, não complicar.

Planejamento e ação

Em termos de utilização da tecnologia, a melhor maneira de garantir uma boa comunicação é planejar o futuro. À medida que o mundo digital evolui, teremos que mudar com ele, mas o planejamento para o futuro a curto e a longo prazo garante uma ótima comunicação entre equipes e empresas. 

Defina em que sua empresa se concentra e garanta que você tenha uma ótima tecnologia por trás dela, esteja constantemente na perspectiva de novas tecnologias em desenvolvimento que possam ajudar a garantir que sua empresa esteja à frente do jogo em termos de comunicação em FM. Isso não apenas garante que sua empresa seja única, mas também que sua intercomunicação esteja criando uma excelente base para trabalhar.

Em suma, uma ótima comunicação no setor de FM começa com as maneiras pelas quais você estabelece a comunicação dentro da sua empresa, mas se estende muito além disso. 

De reuniões presenciais, webinars, e-mails a softwares de bate-papo - encontre a melhor maneira que funciona para você e aceite-a. Certifique-se de utilizar a nova tecnologia, mas não permita que o software digital ofusque a necessidade de melhorar os métodos padrão de comunicação.

A boa comunicação é sobre tomar decisões embasadas e abrir mão do achismo. Não tome como missão cumprida que uma mensagem foi recebida apenas porque você a enviou. Não assuma que as informações foram entendidas sem solicitar feedback. E não pense que a comunicação não é importante.  

Autor: 

Infraspeak - infraspeak.com.br

A solução de gestão de manutenção utilizada por mais de 40.000 equipes todos os dias.

Provavelmente você já ouviu falar sobre o termo design thinking, mas você sabe como ele pode ser aplicado? Essa é uma metodologia que pode mudar sua forma de enxergar soluções e lhe mostrar que a criatividade e a inovação não são coisas exclusivas de profissões ligadas à arte ou tecnologia. Mas antes de explicar como você, Facility Manager, pode trazer esse recurso para o seu dia a dia, vamos falar sobre como ele surgiu.

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Muitas das grandes ideias não apareceram simplesmente de um "estalo" ou do chamado "momento eureka", elas vieram de uma imersão no problema. Usar o processo criativo para resolver questões não é algo novo, este assunto já chamava a atenção do psicólogo e sociólogo Herbert Simon, que na década de 60 escreveu o livro "The Science of the Artificial" e abordou o tema pela primeira vez.

O design thinking começou a se popularizar, ao ser colocado em prática por David M. Kelley, professor de Stanford e criador da consultoria de design IDEO. Eles foram responsáveis, por exemplo, por criar o mouse utilizado pela Apple nos computadores nos anos 80 - facilitando a utilização pelo usuário.

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FM e a empatia

Com este exemplo chegamos a um ponto central da metodologia, o ser humano. Entender as necessidades das pessoas é fundamental nesse processo e por esse motivo a empatia é um dos pilares do método, pois quando nos colocamos no lugar do outro é possível entender suas necessidades e buscar soluções.

Aqui é possível ter uma boa ideia do porque o design thinking é tão importante para a área de facilities. O FM lida com pessoas a todo momento, sejam clientes internos ou externos, sendo necessário pensar em serviços e soluções para este público.

"O método irá facilitar o processo de enxergar alternativas criativas e de grande valor para as pessoas, pois ele sempre irá valorizar a experiência do usuário, além de checar todo o processo de atendimento, minimizando atividades desnecessárias, reavaliando processos para otimizá-los e evitar retrabalhos, tendo algo mais eficiente e eficaz", explica Celso Toshio, professor convidado da disciplina de design thinking no nosso novo curso Gestão Avançada de Facilities

Segundo Toshio, no Brasil, mesmo empresas mais tradicionais têm utilizado a metodologia para continuar se destacando por meio da inovação e do bom atendimento a seus clientes.

Etapas 

Agora que entendemos melhor sobre o método, vamos falar sobre suas etapas. O processo abaixo tem como objetivo facilitar a descoberta de uma solução, por meio da busca por novas ideias. É importante envolver uma equipe multidisciplinar, para ter uma visão abrangente e encontrar soluções mais eficazes.

Imersão: Nessa primeira fase, é importante cercar-se de informações que ajudem a entender o problema. Realize uma boa pesquisa, converse com os envolvidos e reúna material de estudo.

Análise: Avalie as informações colhidas na etapa anterior e busque por padrões que ajudem a enxergar melhor a questão.

Ideação: É o momento em que se começa a pensar em uma solução para o problema. É importante ouvir diferentes ideias, de todos os envolvidos. 

Prototipação: Nesta etapa a ideia é testada antes da implantação final. Realizar um protótipo é importante, para avaliar o resultado e fazer possíveis ajustes.

Implementação: Após os testes, a solução será colocada em prática. Mas é importante lembrar que é necessário acompanhar os resultados, para que o processo de melhoria seja contínuo.

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Aprenda como aplicar

Como pudemos ver, o design thinking é uma metodologia capaz de ajudar a enxergar novas possibilidades por meio do pensamento criativo e da troca de ideias entre diferentes áreas.

Cada vez mais empresas estão adotando essa maneira de pensar no Brasil e no mundo. E com o objetivo de preparar o FM para um mercado desafiador e em constante evolução, incluímos este tema no curso: Gestão Avançada de Facilities.

Com foco em profissionais seniores, as aulas trarão temáticas como Eficiência Energética, Conceitos de Real Estate para FM, Inovação e Tecnologia e outros, em um modelo híbrido e inovador em educação.

O curso começa em 30 de março. Quer saber mais? Clique aqui.

 

Inscrição e informação:

Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

(11) 97642-6694 (Whatsapp)

(11) 3644-4802

Confira a conversa que tivemos com Graziela Prado, Secretária Executiva e Gestora de Serviços Gerais da Hughes, sobre as ações sustentáveis adotadas pela empresa

De acordo com um estudo realizado pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), o Brasil é o 4º país que mais gera lixo plástico e um dos que menos recicla. O descarte chega a 11,3 toneladas de resíduos ao ano, ficando atrás somente dos Estados Unidos, China e Índia.

O mais preocupante é que, segundo o WWF, apesar de 91% desse lixo ir para a reciclagem, apenas 1,28% é reprocessado na cadeia de produção como produto secundário.

Em um contexto como esse, é fundamental que existam medidas para diminuir a produção de resíduos. Uma iniciativa que pode servir de exemplo, é ação adotada pela Hughes - líder mundial em telecomunicações via satélite - com o programa Atitude Consciente.

Com o objetivo de conscientizar seus colaboradores sobre mudanças de comportamento que podem contribuir para o meio ambiente, a empresa conseguiu deixar de consumir 200 mil copos plásticos, além da troca de cestas de lixo individuais para as de coleta seletiva.

Todo o processo passou pelo desafio de destacar para os funcionários os aspectos positivos dessas mudanças.  Graziela Prado, Secretária Executiva e Gestora de Serviços Gerais da Hughes, fala como foi essa implantação e como os FM podem adotar atitudes mais sustentáveis onde atuam:

Durante a implantação do projeto para a redução do uso de copos plásticos, qual foi seu maior desafio?

Graziela - O maior desafio foi destacar os aspectos positivos em relação à redução do uso dos copos de plástico, para que a iniciativa fosse bem aceita pelos nossos colaboradores e não gerasse impactos negativos internamente. A mudança de hábito sempre exige esforço da parte de todos, e uma outra etapa do projeto, que foi a retirada das lixeiras individuais, também poderia ser mal interpretada, já que todos agora devem se levantar dos postos de trabalho e levar os resíduos para as lixeiras coletivas/seletivas.

Na sua opinião, qual a importância de adotar atitudes sustentáveis nas empresas?

Graziela - Temos grande concentração de pessoas dentro das organizações, então, pequenas mudanças de comportamento em nosso dia a dia fazem uma grande diferença ao meio ambiente. Aqui somos cerca de 200 colaboradores - em cinco meses já economizamos 200 mil copos plásticos com uma simples atitude.  Se pensarmos ainda que se cada um de nós, colaboradores, pode levar esta ideia para nossos amigos e familiares, o benefício será muito maior. É dessa maneira que contribuímos para a construção de um futuro melhor para as novas gerações. 

Discutir o tema sustentabilidade, tem se tornado algo fundamental em todo o mundo. Quais dicas você daria para que os FM comecem a pensar em ações mais sustentáveis onde atuam?

Graziela - Acredito que nós, FM, temos mais acesso a informações sobre os gastos de energia e de materiais de uma empresa. Por isso devemos prestar atenção em eventuais desperdícios e atuar no sentido de evita-los. Podemos identificar e sinalizar aos gestores ações possíveis e trabalhar na conscientização e educação dos colaboradores. Há muitas ações que podem ser adotadas em qualquer empresa e ambiente, além de substituir copos plásticos por canecas e copos individuais. A economia de recursos como luz e água, por exemplo, é uma delas. Isso se dá por meio de conscientização interna e informações sobre o assunto, além da utilização de ferramentas como temporizadores de luz e água nas áreas comuns, como copas e sanitários. 

Outro exemplo é a economia do uso de papel, que pode ser obtida desde que o colaborador tenha consciência de que deve imprimir apenas o que de fato for necessário, sempre utilizando os dois lados da folha. O papel da empresa é criar campanhas com o objetivo de mostrar que os benefícios não são apenas para a empresa, e, sim, para os colaboradores e todos a sua volta; reforçando sempre que estamos trabalhando para melhoria do meio ambiente e do mundo em que vivemos!

Gostaria de deixar alguma consideração final?

Graziela - O meio ambiente precisa de nossa ajuda, e as atitudes para preservá-lo devem partir de empresas e pessoas. Pequenas mudanças de hábito no nosso dia a dia diminuem e muito o impacto negativo que causamos na natureza.